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Governador prevê melhora no regime de chuvas e cenário mais positivo em 2026
Por Dulina Fernandes
Publicado em 14/02/2026 18:57
Piaui

Foto: Renato Andrade/Cidadeverde.com

O governador Rafael Fonteles afirmou que a previsão climática para os próximos meses indica um cenário mais positivo para o Piauí em comparação ao ano passado, quando mais de 130 municípios chegaram a decretar situação de emergência por causa da seca. A declaração foi feita durante entrevista ao comentar as projeções para o regime de chuvas no estado.

Segundo o governador, os dados mais recentes apontam para volumes acima da média entre fevereiro e abril, embora haja possibilidade de irregularidade na distribuição das precipitações.

“A previsão do tempo é sempre falível, pode errar, mas o que se espera pelos últimos dados que eu recebi é que os meses de fevereiro, março e abril teremos chuvas acima da média no estado do Piauí. Mas isso não quer dizer que isso vai ser uniforme, algumas áreas podem continuar muito deficitárias”, afirmou.

Rafael Fonteles lembrou que dezembro e janeiro já registraram chuvas irregulares em diferentes regiões do estado, o que exige acompanhamento permanente das condições climáticas e dos reservatórios. Ele avaliou que, na média, o ano de 2026 tende a ser mais favorável que 2025, quando a estiagem atingiu fortemente o interior.

“Nós já tivemos dezembro e janeiro com muitas chuvas irregulares, mas eu acredito que nós teremos, na média, uma situação em 2026 muito melhor do que 2025, mas nossa preocupação é cada pedaço de chão desse estado do Piauí, então estamos muito atentos para ver as áreas que não forem melhor abastecidas com o regime pluviômetro terão necessariamente toda a nossa atenção para reforçar a convivência com o período de estiagem”, declarou.

No ano passado, a seca levou mais da metade dos municípios a decretarem emergência, mobilizando ações de abastecimento emergencial e reforço na assistência às populações afetadas. A expectativa do governo agora é que, com chuvas mais regulares, haja melhora na recarga de reservatórios, no abastecimento hídrico e na produção agrícola, sem descuidar do monitoramento das regiões que ainda possam enfrentar déficit de precipitação.

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