Em nota, os dirigentes afirmaram que Andrei Rodrigues tem “em sua história e feitos, a razão de sólida admiração dos brasileiros” e destacaram seu “percurso profissional dedicado à defesa da PF, com atuação técnica, isenta e responsável”.
Diretores defendem atuação republicana
O documento também menciona os “injustificados ataques sofridos” pela Polícia Federal e afirma que “narrativas marcadamente influenciadas por interesses político-eleitorais não têm o poder de apagar a história, a reputação e a trajetória profissional de quem quer que seja”.
Os diretores disseram repudiar “toda e qualquer tentativa de imputar a eles ou à Polícia Federal uma atuação não republicana”. Segundo a nota, as acusações são “desprovidas de fundamento” e afrontam a história e a credibilidade da instituição.
Diretores que colocaram os cargos à disposição:
Dennis Cali — Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção;
Otavio Margonari Russo — Combate a Crimes Cibernéticos;
Felipe Tavares Seixas — Cooperação Internacional;
Helena de Rezende — Gestão de Pessoas;
Roberto Reis Monteiro Neto — Técnico-Científica;
André Luis Lima Carmo — Administração e Logística;
Christiane Correa Machado — Academia Nacional de Polícia;
Alexssander Castro de Oliveira — Proteção à Pessoa;
Ademir Dias Cardoso Júnior — Tecnologia da Informação e Inovação;
Humberto Freire de Barros — Amazônia e Meio Ambiente.
Com o afastamento de Andrei Rodrigues, William Marcel Murad, então diretor-executivo da corporação, assumiu temporariamente a chefia da Polícia Federal.