Foto: Divulgação/Charles Vieira
A campanha do candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, classificou como "estarrecedora" a decisão do corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, que determinou o restabelecimento provisório do canal "Exército do Lula", administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), no WhatsApp. Em nota divulgada neste domingo (11), a campanha acusou a Justiça Eleitoral de ser complacente com a disseminação de notícias falsas favoráveis ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“É estarrecedora a adoção de decisões que revelam complacência com a descarada disseminação de fake news a favor de Lula”, afirmou o comunicado.
Segundo a campanha de Flávio, o canal divulgava conteúdos falsos e orientava milhões de seguidores a adotar comportamentos para escapar dos mecanismos de controle da Justiça Eleitoral e da própria plataforma. A nota também criticou a retomada das atividades do grupo e afirmou que o objetivo da campanha é garantir o cumprimento da lei e combater a desinformação.
No comunicado, a equipe de Flávio argumentou que a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) apresentada contra Lula, Janones e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) trata de suspeitas de abuso de poder, enquanto a fiscalização do plano de conformidade firmado entre a Meta e a Justiça Eleitoral seria atribuição do presidente do TSE.
“Jamais se colocou ao corregedor, na imensa Ação de investigação judicial eleitoral