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Carros menores e mais rápidos: entenda o novo regulamento da Fórmula 1 para 2026
Federação Internacional de Automobilismo implementou alterações para tornar o esporte mais competitivo
Por Dulina Fernandes
Publicado em 02/01/2026 10:07
Geral
Foto: Reprodução)

 

A FIA (Federação Internacional de Automobilismo) descreveu as mudanças para a próxima temporada da Fórmula 1 como “revolucionárias”. O combo de alterações é o maior da última década, sobretudo, no design dos carros e dos motores, tornando a categoria mais competitiva, segura e sustentável.

Um dos principais objetivos que a Fórmula 1 planeja cumprir é a neutralidade de carbono até 2030. Para a redução já na próxima temporada, a categoria adotou como obrigatório o uso de fontes renováveis.

Outra missão é aumentar a competição no esporte, que convive com o domínio de algumas equipes por anos consecutivos, como foi com Lewis Hamilton na Mercedes e Max Verstappen na Red Bull, e corridas “chatas” com poucas ultrapassagens e disputas na liderança.

Carros menores, mais leves e mais rápidos
Os carros vão diminuir e “emagrecer” de maneira significativa para a temporada de 2026. O peso mínimo do automóvel da categoria cairá 30 kg, indo de 800 kg para 770 kg.

Quanto ao tamanho, a distância entre os eixos (comprimento) será reduzida em 20 cm, a largura total em 10 cm e a largura do piso (chão do carro) em 15 cm, o que deixa o carro mais reto. Os pneus também vão ficar mais estreitos. A diminuição do tamanho dos pneus da frente será de 2,5 cm e nos da traseira será de 3 cm.

Desse modo, a ideia é que os carros se tornem mais ágeis e, ao mesmo tempo, mais difíceis de serem controlados, o que deve acabar com o discurso de “que só o carro importa” e exigir mais habilidade e responsabilidade dos pilotos em guiar as máquinas.

A diminuição do tamanho do carro, especialmente da largura do piso, também vai gerar a redução em 30% do downforce (a aderência em curvas) e de 50% no arrasto (gerando mais aceleração e menos turbulência).

Fim do DRS
O DRS (Drag Reduction System, ou Sistema de Redução de Arrasto), símbolo das ultrapassagens da Fórmula 1 moderna, vai se despedir da categoria. O sistema era usado desde 2011.

Em seu lugar, foram implementados dois novos modos aerodinâmicos: o modo de reta onde a asa dianteira e traseira abrem e o modo curva onde as asas fecham de novo para aumentar o downforce.

E uma bateria maior, que quando ativada, assim que um piloto estiver a menos de 1 segundo do carro da frente, vai liberar mais potência elétrica no motor, fazendo com que os carros sejam mais rápidos (alcançando uma velocidade de 337 km/h) para atacar.

Mais ultrapassagens
Diferentemente do DRS, que era vinculado a zonas específicas, o novo modo de ultrapassagem pode ser usado seja de uma só vez ou distribuído ao longo de uma volta.

A FIA espera que as ultrapassagens seja menos automáticas e mais táticas, aumentando a dependência nas habilidades dos pilotos.

Fonte: R7

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