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Operação da PF investiga esquema de lavagem de dinheiro com uso de criptomoedas
Por Dulina Fernandes
Publicado em 26/03/2026 17:15
Polícia

Foto: Divulgação/PF

 

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira (26) a segunda fase da operação Narco Azimut, aprofundando investigação sobre esquema criminoso suspeito de praticar lavagem de dinheiro por meio de criptomoedas.

Cerca de 50 agentes cumprem 26 mandados, entre ordens judiciais de prisão temporária e busca e apreensão, em endereços de suspeitos em municípios de Santa Catarina (Balneário Camboriú) e São Paulo (Ilhabela, São Paulo e Taboão da Serra).

A Justiça ainda determinou sequestro de até R$ 934 milhões em bens e valores de investigados, "além da imposição de restrições societárias, incluindo a proibição de movimentação empresarial e de transferência de bens vinculados às atividades ilícitas". Os mandados foram expedidos pela 5ª Vara Federal em Santos (SP).
Segundo apuração da PF, suspeitos usavam empresas e terceiros "para estruturar a circulação de valores ilícitos, com a realização de operações financeiras de alto valor e movimentações com criptoativos".

A força-tarefa de hoje é desdobramento das operações Narco Bet e Narco Azimut, que identificaram uma quadrilha suspeita de movimentar recursos no Brasil e exterior "por meio de dinheiro em espécie, transferências bancárias e criptoativos".

Os envolvidos poderão responder por crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

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